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It’s the end of the world as we know it (and I feel fine) é uma música de 1987 gravada pelo REM. A música teve origem a partir de uma canção anterior não lançada que levava o nome de PSA (abreviação de Public Service Announcement) que mais tarde viria a se chamar Bad Day e entraria como bônus na coletânea In Time: The Best of REM 1988-2003.
Um fato curioso é que parte da letra veio de um sonho do vocalista Michael Stipe, onde ele estava numa festa e todo mundo tinha as iniciais do nome com as letras L e B, menos ele, um detalhe que a gente só repara quando pega a letra da música e vê nomes como Lester Bangs, Leonid Brejnev, Lenny Bruce e Leonard Bernstein.
It’s the end of the world as we know it (and i feel fine) além de ser presença costante em lista com os maiores nomes de músicas de todos os tempos carrega também o estigma de sua presença ser praticamente obrigatória em trilhas de filmes que de alguma maneira abordem o apocalipse como Independence Day ou Chicken Little.
Creio que não teremos a chance de dar uma porrada num alien como Will Smith, mas talvez amanhã seja um bom dia para entoar essa canção como um mantra: finalmente vão ligar o Large Hadron Collider – o acelerador de partículas mais potente já construído – que pode criar um buraco negro que vai destruir o planeta.
Já que as duas canções estão relacionadas, provavelmente amanhã será um bad day. Please don’t take a picture.
jul
Era melhor continuar a achar que tinha sido o REM.
jan
O sucessor de Around the Sun, lançado em 2004, foi gravado na Irlanda e se chamará Accelerate. O disco já tem o nome de pelo menos 5 músicas já definidas: I’m gonna DJ, Mr. Richards, Until the Day is Done, Staring Down The Barrel Of Middle Distance e Living Well Is The Best Revenge.
O REM pretende sair em turnê mundial em 2008, porém ainda não tem nenhuma data agendada para os shows. Segundo informações dos empresários da banda, o Brasil está na lista.
jan
Com o dólar baixo, um público com cada vez mais acesso a música (de maneira ilegal, mas… alguém aí ainda lembra como é um cd mesmo?) e a possibilidade de explorar os bolsos miseráveis dos fãs, o Brasil continua fazendo parte da rota de turnês de grandes bandas e 2008 tem tudo pra não deixar saudade de 2007. Já temos uma grande variedade de atrações só no primeiro semestre – entre eles medalhões como Iron Maiden e Bob Dylan – além de uma série de especulações avulsas, descontando-se o line-up dos grandes festivais no fim do ano como Motomix, Planeta Terra e o tenebroso Tim Festival.
Eagle Eye Cherry: 17|01 (SP)
Fatboy Slim: 03|02 (Maresias) e 05|02 (Salvador)
Tiestö: 05|02 (Florianópolis)
My Chemical Romance: 15 a 20|02 (SP, RJ e PR)
Iron Maiden: 02, 04 e 05|03 (SP, PR e RS)
Interpol: 11, 13 e 15|03 (SP, RJ e BH)
Bob Dylan: em março sem data definida (SP e RJ)
As especulações transitam entre os nomes de Ozzy Osbourne, Foo Fighters, The Cure, Rage Against the Machine, Guns’n'Roses, REM, Joss Stone e Corine Bailey Rae. Se tentarem o Neil Young, além das bandas de Michael Stipe e Dave Grohl e todos vierem mais ou menos na mesma época, poderíamos reviver aquela noite fantástica do Rock in Rio 2001, enquanto esperamos o senhor Roberto Medina comprar um atlas para perceber que existe alguma coisa errada no festival que ele organiza e nos traga uma semana de shows bacanas de uma só vez.



