Um dos fatores imprescindíveis em todo one hit wonder é a capacidade da música de grudar na sua cabeça de tal maneira que você não conseguiria tirar nem se enfiasse sua cabeça num torno mecânico e espremesse até seu cérebro ficar parecido com um mingau. Nosso escolhido de hoje tem uma dessas e vocês vão me odiar mais hoje do que no dia em que eu falei do Renaldo “I AM YOUR BROOOOTHER” Lapuz.
Aposto que vocês já estão me odiando agora.
Pato Banton começou com seu pai, que era DJ. Quanto tinha 8 anos ele o ajudava a carregar discos, caixas de som, foi crescendo e começando a ser DJ, pegar o microfone, cantar e aí a desgraça estava armada. Em 1985 ele apareceu pela primeira vez, como convidado do UB40 no disco Baggariddim e depois de dois cds pouco comentados, Banton lança em 90, Spirits in a Material World, cover do The Police depois de um tempo sem lançar nada digno de nota, ele volta em mais uma parceria com o UB40, agora com Baby Come Back, canção que ficou em 1º lugar nas paradas inglesas em 1994 e que mostrava que o negócio de Banton era mesmo a parceria, pois do contrário ninguém notava o cara.
Porém, eis que chegamos ao cerne desse post, a praga bíblica que assola a humanidade desde 1995:

GO PATO!
[everybody telling me to]

GO PATO!
[everybody telling me to]

GO PATO!
[everybody telling me to]
Repita até seu cérebro explodir.

1 Comentário Recebidos
November 19th, 2008 @15:49
Pô, o Pato Banton também é autor de Groovin, seu inculto!
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