Sempre quando eu ouço falar em one hit wonders, a primeira banda que me vem a cabeça é o OMC. Banda neozelandesa que torrou o saco de todos os seres humanos que viviam na Terra em 1995 com o seu grande e grudento sucesso, How Bizarre.
O primeiro contato se deu quando eu ganhei um daqueles famosos cds “As 7 melhores da Jovem Pan” (que curiosamente nunca se contentavam em vir com apenas 7 músicas) de alguma tia que obviamente já estava cansada de me dar cuecas e depois com o a MTV, quando o canal ainda exibia videoclipes regularmente.
OMC é a abreviação de Otara Millionaires Club, que faz referência a um clube na cidade que Pauly Fuemana e Alan Jansson, integrantes da banda, moravam. Percebendo que esse nome não ia fazer muito sucesso, abreviaram, mas como a gente pode perceber com o passar dos anos, a abreviação também não deu em nada.
Doze anos depois, eu ainda não entendo qual é a “proposta” da música. Um lance meio pimp com dancinhas ridículas que só o mau gosto dos anos 90 podia proporcionar com metais à la bandinha californiana genérica, além de um vocal fanho e de língua presa e que mesmo assim conseguiu um disco de platina nos Estados Unidos.
O OMC só gravou um disco (How Bizarre), lançou 3 singles desse mesmo álbum em 3 anos diferentes (How Bizarre, 1995 | Right On, 1996 | On the Run, 1997) e depois sumiu, voltando no começo do ano com a canção All of Us que você confere aí embaixo junto com Lucy Lawless, que eu acredito ser apenas uma xará da atriz que fez Xena, a Princesa Guerreira.

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