
Sempre ouvi falar, mas nunca tomei maior conhecimento da canção porque o nome me lembrava uma viagem lisérgica ou alguma espécie de viadagem. Purple Rain foi lançada em 1984 pelo Prince, aquele que mudou o próprio nome para um símbolo impronunciável e que depois disse que preferia ser chamado de “O artista anteriormente conhecido como Prince” ou simplesmente “o Artista”. Enfim, eu já falei em viadagem? Ah, sim.Purple Rain inicialmente era apenas uma música de um disco homônimo, mas com o passar do tempo virou filme, trilha sonora, bebida e até cachecol – além de designar mais alguma coisa besta, mas eu só tive saco pra dez páginas de pesquisa no Google.
O disco vendeu mais de 13 milhões de cópias e ficou 24 semanas consecutivas na parada do Bilboard 200, sem falar que a música ainda ganhou o prêmio de melhor canção original da Academia, melhor trilha sonora de filme e o álbum ainda foi escolhido pela Rolling Stone como um dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.O musical com o criativo nome de… Purple Rain, era estrelado pelo fresquinho Prince e foi definido pelo crítico Joe Queena como “sexista, juvenil e mentecapto”. O filme arrecadou só nos EUA, 80 milhões de doletas e dava margem pra uma série de trocadilhos com suas resenhas como “Prince e The Revolution incendeiam a tela ao som de grandes sucessos” ou “Purple Rain é um banho de prazeres inesperados”.Dá até pra acreditar, né? De fato, as menções à música e ao filme são bastante elogiosas, quase uma opinião unânime. A revista americana Vanity Fair e os jurados da Movies Rock elegeram Purple Rain como a melhor trilha de todos os tempos. A publicação descreve a trilha sonora como “uma combinação impecável de funk, R&B, pop, metal…, em um som que definiu os anos 1980″.

A música eu gosto, o filme ainda não vi. Pretendo, mas não sei quando vou ter coragem – afinal, cá entre nós, as produções dos anos 80 são famosas pela cafonice, né? Em todo o caso, quem tiver saco e curiosidade, pode conferir a extensa lista de erros de continuidade e gravação, listados no “Falha Nossa”.
Livia Santana escreve no Bunda Furada e fez um enorme favor ao fazer dois textos pra esse especial. E mesmo dizendo que não precisava ser nada muito grande ela acabou fazendo um tratado sobre a música do Artista, ou daquele cara que era chamado de Artista ou de alguém que participou da Casa dos Artistas ou de alguém que conhecia um cara que viu o Artista ou ainda…

2 Comentários Recebidos
January 10th, 2008 @20:39
tinha esquecido completamente… amanha, eu juro. =)
Pingback & Trackback
Deixe um Comentário