Havia muitas críticas ao meu modo de ser, ao meu jeito de vestir. Era um cara que colocava saia, cocar, era todo carnavalesco. Um ser estranho para quem queria me ver de camiseta Hering e calça jeans. Queria parecer com os índios, com os negros, com os 500 anos do Brasil que não perdeu seu barroquismo. E isso [esse modo de vestir] foi muito bom pra mim lá fora, as pessoas me identificam como brasileiro exatamente por causa desse meu jeito.
Carlinhos Brown, em entrevista a Rolling Stone brasileira reforçando o estereótipo que todo mundo tenta se desvencilhar. Este blog acredita que na próxima turnê ele resolva vestir uma camisa da seleção e tome uma caipirinha enquanto cante que a namorada tem namorada.

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