Perdedores unidos

→ Postado por Gabriela Bianco em 12 de November de 2009, às 14:32

Olá! Eu sou a Gabi, esposa do dono desse blog. resolvi tirar o pó daqui e falar um pouco das minhas séries favoritas. E vou começar perdendo, logo de cara:

Nerds, losers, pobres. Uma gaga oriental, uma negra gorda, um cara numa cadeira de rodas, a judia da escola, o gay local… Losers. Perdedores. Gente que apanha no recreio. Todos nós sabemos do que se trata: ou a gente era da turma popular, ou era da turma que apanhava.

E pôxa, se você vive na internet lendo blogs, acredito que você era da turma que apanhava.

glee2

A diferença entre você, seu perdedor medíocre, e os perdedores da série é uma só: eles tem talento. Muito. Cantam como ninguém. E cantam em todos os episódios, cantam músicas atuais e antigas, modernas, raps, rocks e country. Mas não é aquele tipo de musical onde as pessoas cantam pra pedir pra passar o sal. Eles fazem números musicais, mesmo, estrategicamente colocados no meio de toda a história.


Este é um exemplo de número musical.

E a parada tem história: A cada episódio acompanhamos a paixão da judia-que-quer-ser-estrela, Rachel, pelo quaterback-que-resolve-entrar-pro-coral-pra-tentar-uma-bolsa, Finn. E o professor-dedicado-com-esposa-maluca que ajuda seus alunos a encontrar a força interior e o talento escondido que os catapultarão do ostracismo escolar para o estrelato musical vive às turras com a maníaca-treinadora-das-cheerleaders-que-trata-a-todos-como-lixo.
Continue assistindo…

Últimas atualizações

Pede pra sair, Zero Quatro

→ Postado por Eric Franco em 30 de September de 2009, às 0:10

“Acho que o compartilhamento gratuito é uma ferramenta bacana, mas que [...] favorece determinados tipos de artistas: aqueles que estão muito no início da carreira, e aqueles absolutamente medíocres, que não têm a menor chance de ser descobertos por gravadora, produtor, etc. Para eles, o fim da indústria é muito festejado porque representa o nivelamente por baixo, favorece a mediocridade.”

“As pessoas têm mania de demonizar a indústria, mas se esquecem que tanto o “Samba esquema noise” quanto o “Da lama ao caos” só conseguiram transformar totalmente o ambiente cultural do Recife por causa do interesse de uma grande gravadora. Se a indústria some de vez, desde os medalhões, todo mundo que é referência vai ter de partir pra lei de incentivo. Será que o guarda-chuva vai abrigar desde Roberto Carlos até Mundo Livre, fora os novos que vão surgir?

Fred Zero Quatro, fundador do Mundo Livre S/A no maior festival de bullshitagem dos últimos tempos, pagando de gatão dizendo que só vai sobrar merda se a indústria fonográfica ruir – ainda não ruiu? – o que, de alguma maneira deve elevar o Mundo Livre a uma espécie de Olimpo do bom gosto. Não que seja muito difícil num cenário onde temos basicamente os discípulos do Rick Bonadio de um lado e um monte de meninas magrelas com o cabelo esquisito tentando emular Clara Nunes do outro.

Sobre o tamanho do guarda-chuva: Democratização do processo de produção de música vs. meia dúzia de donos de gravadoras que só vão na carona da modinha?

Pede pra sair, Zero Quatro.

Últimas atualizações

Faço parte

Créditos

© 2006-2009 Cegos, Surdos e Loucos

Últimos comentários
  • Juninho em EXCLUSIVO: Veja fotos da nova danç…
  • Pedro Martins em 08 motivos que vão fazer The Dark …
  • karol em EXCLUSIVO: Veja fotos da nova danç…
  • Alan em 08 bandas que você não conhece ni…
  • Alan em 08 bandas que você não conhece ni…